A carta do Mago, Perseu e a Medusa

O Mago é a carta de número 1 do Tarô. É o início da jornada do herói. O começo da viagem da alma humana em direção à sua individuação. É o primeiro impulso direcionado, o nascimento do ego, a primeira experimentação da consciência, o primeiro contato com o mundo material. Ao lado, vemos a representação do Mago no Tarô de Marselha.
Ele tem o infinito na cabeça, a varinha mágica na mão esquerda (madeira = paus = fogo = conhecimento = uso da intuição, da imaginação, do intelecto) e uma moeda na mão direita (ouro = terra = riqueza = sabedoria em usar os recursos da natureza e do próprio corpo). Sobre a mesa, à disposição, tem recipientes com líquido (copas = água = emoção elaborada = sentimento = paixão) e uma faca (espada = ar = conhecimento técnico = trabalho = esforço = uso de ferramentas = aprendizado pela experiência).
A jornada do herói é um tema recorrente da mitologia mundial. Representa o nascimento da consciência diferenciada, a proposição da mudança, a tomada do destino nas próprias mãos – em contraposição ao agir de rebanho da multidão.
Um exemplo clássico da jornada do herói é o mito de Perseu, que, em sua “noite escura da alma” tem que enfrentar a terrível Medusa. O monstro, de corpo de mulher e cabeça cheia de serpentes, simboliza aquilo que temos de mais pavoroso em nosso inconsciente. As emoções, pulsões, traumas, medos e desejos incontroláveis e inconfessáveis. Aquilo que o nosso ego consciente não admite olhar de frente.
Conta o mito que todo aquele que olhava a Medusa diretamente nos olhos morria petrificado.
Por isso mesmo, simbolicamente, Perseu precisa usar seu escudo como um espelho para “enfrentar” a criatura e cortar sua cabeça.
De dentro dela, que estava grávida do próprio deus Posseidon (outro símbolo do insconsciente), saem Pégaso, o cavalo alado, que representa a imaginação criativa, e Crisaor, o criador de monstros, que encarna a capacidade de nossa psique de gerar quimeras.
Nessa jornada de auto-descoberta, Perseu se torna um indivíduo melhor, mais livre, mais conhecedor de si mesmo e de seu papel no mundo. Torna-se apto a ser o herói, o senhor do seu próprio destino porque conhece a fundo as forças interiores que o movem e que movem o Mundo (a última carta do Tarô, de número 21).
O mago, então, na luta contra o princípio conservador que o atemoriza (olhar para a esquerda, o passado), terá que buscar forças e conhecimento em si mesmo experimentando o mundo à sua volta. É uma longa jornada.
Ele tem o infinito na cabeça, a varinha mágica na mão esquerda (madeira = paus = fogo = conhecimento = uso da intuição, da imaginação, do intelecto) e uma moeda na mão direita (ouro = terra = riqueza = sabedoria em usar os recursos da natureza e do próprio corpo). Sobre a mesa, à disposição, tem recipientes com líquido (copas = água = emoção elaborada = sentimento = paixão) e uma faca (espada = ar = conhecimento técnico = trabalho = esforço = uso de ferramentas = aprendizado pela experiência).
A jornada do herói é um tema recorrente da mitologia mundial. Representa o nascimento da consciência diferenciada, a proposição da mudança, a tomada do destino nas próprias mãos – em contraposição ao agir de rebanho da multidão.
Um exemplo clássico da jornada do herói é o mito de Perseu, que, em sua “noite escura da alma” tem que enfrentar a terrível Medusa. O monstro, de corpo de mulher e cabeça cheia de serpentes, simboliza aquilo que temos de mais pavoroso em nosso inconsciente. As emoções, pulsões, traumas, medos e desejos incontroláveis e inconfessáveis. Aquilo que o nosso ego consciente não admite olhar de frente.
Conta o mito que todo aquele que olhava a Medusa diretamente nos olhos morria petrificado.
Por isso mesmo, simbolicamente, Perseu precisa usar seu escudo como um espelho para “enfrentar” a criatura e cortar sua cabeça.De dentro dela, que estava grávida do próprio deus Posseidon (outro símbolo do insconsciente), saem Pégaso, o cavalo alado, que representa a imaginação criativa, e Crisaor, o criador de monstros, que encarna a capacidade de nossa psique de gerar quimeras.
Nessa jornada de auto-descoberta, Perseu se torna um indivíduo melhor, mais livre, mais conhecedor de si mesmo e de seu papel no mundo. Torna-se apto a ser o herói, o senhor do seu próprio destino porque conhece a fundo as forças interiores que o movem e que movem o Mundo (a última carta do Tarô, de número 21).
O mago, então, na luta contra o princípio conservador que o atemoriza (olhar para a esquerda, o passado), terá que buscar forças e conhecimento em si mesmo experimentando o mundo à sua volta. É uma longa jornada.
